Compromisso, inovação e futuro caminhos estratégicos para universidades de pesquisa aplicada
Este artigo examina como universidades de pesquisa aplicada podem aprimorar seu engajamento social aproveitando tendências globais em cocriação, transferência de conhecimento e inovação institucional. A Universidade Cooperativa da Colômbia (UCC) solicitou esta contribuição como parte do processo de elaboração de seu novo Plano Estratégico Nacional (PEN) 2026–2029, a estratégia institucional que estabelece prioridades em todo o seu sistema multicampi. Em resposta a esse mandato, o artigo propõe uma estrutura temática que conecta a identidade cooperativa e a presença multicampi da UCC com discussões internacionais sobre pesquisa, inovação e engajamento. Quatro pontos de partida temáticos são desenvolvidos. A Seção 2 examina a definição participativa da agenda, com foco em estruturas como Pesquisa e Inovação Responsáveis (RRI) e métodos de prospectiva. A Seção 3 aborda a colaboração helicoidal e a cocriação, destacando como as universidades promovem parcerias intersetoriais. A Seção 4 concentra-se na institucionalização, explorando governança, incentivos e a integração curricular do engajamento social. A Seção 5 aborda infraestruturas digitais e inteligência coletiva, enfatizando como a inteligência artificial e as plataformas abertas estão transformando tanto as práticas acadêmicas quanto a interação universidade-sociedade. Cada tema é analisado em relação às tendências globais e ilustrado com estudos de caso selecionados da América Latina. Esses exemplos, apresentados como fontes de inspiração, demonstram como as universidades regionais estão incorporando a participação cidadã em seu planejamento estratégico, experimentando a ciência cidadã, integrando a responsabilidade social aos planos de desenvolvimento e conectando-se a redes internacionais de ciência aberta. Ao justapor esses exemplos com os recursos existentes da UCC (clínicas, estruturas de transferência, programas territoriais e alinhamento com os ODS), a análise oferece uma perspectiva comparativa em vez de um diagnóstico institucional. A síntese estratégica na Seção 6 apresenta essas perspectivas em uma matriz que vincula práticas globais, exemplos latino-americanos e os pontos fortes atuais da UCC. Essa abordagem comparativa destaca que a UCC não está começando do zero. Pelo contrário, possui uma base sólida de práticas que podem ser sistematizadas, melhor conectadas entre os campi e tornadas mais visíveis nos níveis nacional e internacional. O documento conclui com nove recomendações, organizadas em torno das três funções principais da universidade: pesquisa, ensino e extensão. Essas recomendações enfatizam a governança e os incentivos para as agendas de pesquisa, os percursos curriculares para a aprendizagem baseada em projetos e as habilidades de facilitação, bem como o papel das redes multicampi como centros cívicos facilitados por infraestruturas digitais responsáveis. Ao consolidar sua missão cooperativa e alinhar-se a padrões globais, a UCC pode fortalecer sua liderança na Colômbia, contribuindo, ao mesmo tempo, para debates internacionais mais amplos sobre o papel das universidades na renovação democrática e no desenvolvimento sustentável.
Como Citar
Licença
Direitos autorais (c) 2026 Rastros Rostros

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Ética. La revista y su equipo editorial propiciarán, a través de sus políticas y actuaciones, la ética en los procesos de investigación, el uso apropiado de los contenidos protegidos por derechos de autor y la calidad de los trabajos que publica, de manera que los diferentes colaboradores (editores, autores y evaluadores) interactúen bajo principios de integridad académica.
- Autores. Se espera que los autores que participen en la revista presenten textos originales, de su propia creación, derivados de procesos de investigación rigurosos, que no hayan sido previamente publicados, usen de manera adecuada las fuentes que sirven de soporte bibliográfico y cualquier otro material que esté protegido por derechos de autor. Los textos también deben estar escritos de manera cuidadosa y considerando los requisitos de forma y citación que correspondan al estilo de la revista.
- Evaluadores. Se espera que los evaluadores de la revista realicen una lectura minuciosa y constructiva de cada artículo que acepten revisar, buscando no sólo emitir una recomendación de aprobación o rechazo para el editor, sino que sus comentarios permitan que los autores mejoren sus textos o reflexionen sobre los alcances, posibilidades o falencias de su manuscrito. Asimismo, los evaluadores deben considerar que los textos que el editor les ha confiado son inéditos, y cualquier uso indebido o no autorizado de la información allí contenida implicaría una falta ética grave. También, la responsabilidad de evaluar un trabajo, una vez se ha aceptado, no puede ser transferida a terceros, en especial, si no se ha justificado y consultado previamente con el editor. Finalmente, cualquier conflicto de intereses que el evaluador identifique después de haber recibido un trabajo y que potencialmente menoscabe su independencia en la elaboración de un concepto debe informarse.
Notificación sobre casos. Si hay alguna evidencia de problemas éticos en las investigaciones que presentan los trabajos publicados por la revista, dudas sobre su rigor científico, sospecha de falsificación o manipulación indebida de datos, conflictos de intereses no revelados, identificación de publicaciones previas (“refritos”), problemas de autoría o plagio, pedimos, por favor, que se contacte de manera inmediata al editor de la revista para que pueda ahondar en el caso y tomar las acciones que correspondan. Las notificaciones que se reciban sobre problemas éticos se manejarán con absoluta confidencialidad, protegiendo la identidad de la persona que ha detectado el problema, si así lo solicita.
Retractaciones, correcciones y resolución de conflictos. La revista sigue los lineamientos (http://publicationethics.org/resources/guidelines) y procedimientos (http://publicationethics.org/resources/flowcharts) del Committee on Publication Ethics (cope) para el manejo de conductas inapropiadas en la publicación académica. Asimismo, se harán retractaciones o correcciones de artículos ya publicados cuyos contenidos presenten errores que afecten su calidad científica o el reconocimiento apropiado de sus autores, ya sea por equivocaciones involuntarias en el proceso de investigación y publicación o por problemas éticos serios como plagio, falsificaciones, manipulaciones de datos, entre otros.
Uso de los contenidos y autoarchivo. La revista publica sus contenidos en acceso abierto, sin que medie ningún periodo de embargo. Asimismo, todos los trabajos publicados aparecen bajo una licencia Creative Commons de Reconocimiento-NoComercial-SinObraDerivada 4.0 Internacional (http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/), y su uso debe hacerse bajo esas condiciones de licenciamiento.
Academy of Finland. (2022). Instructions for reviewing societal interaction plans. Helsinki, Finland: Strategic Research Council (SRC). Unpublished technical material.
Carayannis, E. G., & Campbell, D. F. J. (2009). “Mode 3” and “Quadruple Helix”: Toward a 21st century fractal innovation ecosystem. International Journal of Technology Management, 46(3–4), 201–234. https://doi.org/10.1504/IJTM.2009.023374 DOI: https://doi.org/10.1504/IJTM.2009.023374
Catalá-Pérez, D., Rask, M., & de Miguel Molina, M. (2020). The Demola model as a public policy tool boosting collaboration in innovation: A comparative study between Finland and Spain. Technology in Society, 63, Article 101358. https://doi.org/10.1016/j.techsoc.2020.101358 DOI: https://doi.org/10.1016/j.techsoc.2020.101358
Hyysalo, S., Lukkarinen, J., Kivimaa, P., Lovio, R., Temmes, A., & Hildén, M. (2019). Developing policy pathways: Redesigning transition arenas for mid-range planning. Sustainability, 11(3), Article 603. https://doi.org/10.3390/su11030603 DOI: https://doi.org/10.3390/su11030603
Matschoss, K., Pietilä, M., Rask, M., & Suni, T. (2020). Co-creating transdisciplinary global change research agendas in Finland. European Journal of Futures Research, 8(1), Article 2. https://doi.org/10.1186/s40309-020-0162-3 DOI: https://doi.org/10.1186/s40309-020-0162-3
Mulder, H. A., Jørgensen, M. S., Pricope, L., Steinhaus, N., & Valentin, A. (2017). Science shops as science–society interfaces. In Interfaces between science and society (pp. 278–296). Routledge. DOI: https://doi.org/10.4324/9781351280440-17
Nwafor, C., Jarmai, K., Stacherl, B., & Montevecchi, F. (2019). Benchmark report: Integration of the RRI approach into collaborative R&D&I and SME participation in European research (Deliverable 1.4). COMPASS Project, Horizon 2020.
Peach, K., Berditchevskaia, A., & Bass, T. (2019). The collective intelligence design playbook. Nesta’s Centre for Collective Intelligence Design.
Pulkkinen, K., Aarrevaara, T., Rask, M., & Mattila, M. (2024). Societal interaction plans: A tool for enhancing societal engagement of strategic research in Finland. Research Evaluation, 33, rvae002. https://doi.org/10.1093/reseval/rvae002 DOI: https://doi.org/10.1093/reseval/rvae002
Rask, M., Mačiukaitė-Žvinienė, S., Tauginienė, L., Dikčius, V., Matschoss, K., Aarrevaara, T., & d’Andrea, L. (2018). Public participation, science and society: Tools for dynamic and responsible governance of research and innovation. Taylor & Francis. DOI: https://doi.org/10.4324/9781351272964
Rask, M., & Shin, B. (2024). Integrating paths: Enhancing deliberative democracy through collective intelligence insights. Societies, 14(12), Article 270. https://doi.org/10.3390/soc14120270 DOI: https://doi.org/10.3390/soc14120270
Rask, M., & Shin, B. (2025). Väki readiness methodology: An organisational framework for participatory readiness and strategic development. https://www.vakiinsigh.com
Shin, B., Floch, J., Rask, M., Baeck, P., Edgar, C., Berditchevskaia, A., & Branlat, M. (2024). A systematic analysis of digital tools for citizen participation. Government Information Quarterly, 41(3), Article 101954. https://doi.org/10.1016/j.giq.2024.101954 DOI: https://doi.org/10.1016/j.giq.2024.101954
Stahl, B. C., & Bitsch, L. (2023). Building a responsible innovation toolkit as project legacy. Frontiers in Research Metrics and Analytics, 8, Article 1112106. https://doi.org/10.3389/frma.2023.1112106 DOI: https://doi.org/10.3389/frma.2023.1112106
Stilgoe, J., Owen, R., & Macnaghten, P. (2020). Developing a framework for responsible innovation. In The ethics of nanotechnology, geoengineering, and clean energy (pp. 347–359). Routledge. DOI: https://doi.org/10.4324/9781003075028-22
Torfing, J., Sørensen, E., & Røiseland, A. (2019). Transforming the public sector into an arena for co-creation: Barriers, drivers, benefits, and ways forward. Administration & Society, 51(5), 795–825. https://doi.org/10.1177/0095399716680007 DOI: https://doi.org/10.1177/0095399716680057
Von Schomberg, L. (2024). Responsible research and innovation. In Elgar encyclopedia of innovation management (pp. 266–267). Edward Elgar Publishing. DOI: https://doi.org/10.4337/9781035306459.00079




