• Artículos originales de investigación

    La complejidad de los derechos sociales en la clínica en psicología

    factores materiales, singulares y multidimensionales

    Vol. 16 Núm. 2 (2020)
    Publicado: 11/05/2020
    Daniel Dall’Igna Ecker
    Universidade Federal do Rio Grande do Sul
    Analice de Lima Palombini
    Universidade Federal do Rio Grande do Sul

    Objetivo: el artículo se deriva de la investigación doctoral que tuvo como objetivo analizar cómo el ejercicio de los derechos sociales afecta los procesos subjetivos y terapéuticos en curso, en la clínica de Psicología, vinculados a las políticas públicas brasileñas.

    Metodología: subsidiado por registros de experiencias — 28 casos clínicos en seguimiento terapéutico, documentos institucionales, registros en el diario de campo, imágenes, entre otros —, enfoca la discusión sobre la complejidad de los derechos sociales en la clínica en Psicología. Por medio de la epistemología y el método inspirados en el postestructuralismo, mapea la forma en que el discurso de derechos sociales — educación, salud, alimentación, trabajo, vivienda, transporte, ocio, seguridad, seguridad social, maternidad y protección infantil y asistencia a los indigentes — surgió en los materiales y proporcionó elementos para pensar cómo los sujetos se producen y se conducen, en la vida y en los procesos terapéuticos, como seres subjetivos.

    Resultados: en los resultados, en interlocución con los autores del área, propone tres centros de análisis integrados: (1) factores materiales; (2) factores singulares; (3) multidimensionalidad.

    Conclusiones: estos centros consideran la complejidad de la articulación entre la vida, el Estado, las políticas públicas, los procesos terapéuticos y subjetivos.

    Palabras clave: derechos sociales, clínica, políticas públicas

    Cómo citar

    Dall’Igna Ecker, D. ., & Palombini, A. de L. . (2020). La complejidad de los derechos sociales en la clínica en psicología: factores materiales, singulares y multidimensionales. Pensando Psicología, 16(2), 1-28. https://doi.org/10.16925/2382-3984.2020.02.01

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