Estudo da relação topográfica do terceiro molar inferior com o canal mandibular: frequência e complicações
Introdução: o conhecimento da anatomia da região mandibular é fundamental
para a realização de intervenções cirúrgicas, devido à relação de proximidade existente entre as estruturas dentárias e ósseas. Objetivos: determinar o trajeto do canal mandibular como canal verdadeiro até o buraco mentoniano em maxilares secos, estabelecer a frequência de relação do terceiro molar inferior com o canal, bem como registrar as complicações que se apresentaram durante a erupção do terceiro molar inferior, antes e depois do tratamento cirúrgico, de acordo com o sexo e a idade. Métodos: foram utilizados 50 ossos mandibulares secos, silicone impregnado de sulfato de bário, arame ortodôntico, compasso de ponta seca, régua milimetrada e películas radiográficas. Foram realizados cortes frontais e sagitais com o objetivo de obter as distâncias base, borda alveolar e dente-canal. Foram empregados o método percentual e o teste de qui-quadrado (x~) para a quantificação e avalidação dos dados, com uma significação estatística de p < 0,05. Resultados: determinou--se que o canal dentário inferior é verdadeiro em 80% dos casos. Em cortes frontais, o canal foi posicionado mais próximo à borda alveolar. Em cortes sagitais a distância dente-canal foi íntima. Os dados indicaram maior frequência de complicações em pacientes do sexo feminino, em idades compreendidas entre os 17 e os 25 anos e com posição mesioangular e retenção da peça dentária. As complicações mais evidentes foram trismo, pericoronarite, dores de tipo neurálgico y otite.
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