Metaverso y derecho administrativo : ¿es posible asignarle la calidad de administrado a un avatar?
Abogado por la Universidad de San Martin de Porres. Maestro en Derecho de la Empresa por la Pontificia Universidad Católica del Perú y en Derecho Administrativo Económico por la Universidad Continental. Doctorando del Doctorado en Derecho Administrativo Iberoamericano de la Universidad de la Coruña – España en cotutela con la Universidad del Externado de Colombia. Presidente del Centro de Estudios de Derecho Administrativo de la Facultad de Derecho de la Universidad de San Martín de Porres. Profesor de los cursos de Derecho Pesquero y Proceso Contencioso Administrativo en la Facultad de Derecho de la Universidad de San Martin de Porres. Consultor nacional e internacional de diversas organizaciones en mejora regulatoria y derecho público.
email: ccorreaz@usmp.pe
O presente trabalho de investigação tem por objeto abordar uma questão real relacionada ao uso das novas tecnologias e ao desenvolvimento acelerado que está sendo gerado. Para tal, o direito não pode permanecer alheio a essas mudanças; no entanto, o metaverso continua sendo um cenário extremamente complexo para a concepção clássica do direito. Por esta razão, é relevante analisar e questionar: Onde está o direito? E, acima de tudo, qual é o papel do direito administrativo nesse cenário? Desde o estudo das tecnologias de informação e comunicação (TIC), nos aprofundaremos no cenário clássico e vanguardista do direito administrativo, com o objetivo de compreender como estão sendo abordadas atualmente as intervenções no campo da inteligência artificial, em particular no metaverso. Isso nos leva à questão colocada no título: O avatar possui personalidade jurídica? Embora a resposta possa parecer óbvia, a discussão sobre o tema deve envolver o direito administrativo no seu papel de garantia dos interesses gerais.
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