• Artículos

    A crítica pedagógica como crítica da pedagogia como institucional de saber

    resistores e escolas de maquinaria de guerra

    v. 20 n. 37 (2018)
    Publicado: 2026-07-06
    Gustavo Adolfo Cárdenas López
    Objetivo
    : O presente trabalho procura, em um primeiro momento, mostrar as dificuldades que
    a pedagogia institucional apresenta para dar conta dos eventos de ruptura que ocorrem na escola
    institucional e, portanto, surge a necessidade de uma crítica pedagógica.
    Descrição: Neste primeiro trabalho, falaremos sobre o contexto em que a pedagogia institucional emerge, que é o paradigma da modernidade, a partir daí será mostrada a incapacidade da pedagogia institucional em observar e avaliar configurações de resistência; e segundo, com base nessa dificuldade, também será mostrado por que a necessidade de uma crítica pedagógica que, por meio de uma análise genealógica da
    escola e das práticas de ruptura que nela são construídas, possa crítica à pedagogia como conhecimento institucional, isto é, crítica à institucionalidade e ao princípio de permanência em que se funda.
     
    Ponto de vista: A transformação da educação, graças à necessidade de analisar, interpretar e entender novos contextos, requer a realização de uma crítica pedagógica capaz de gerar escolas de rupturas, resistências e máquinas de guerra; valorizá-los não por sua permanência e durabilidade, mas por sua efemeridade, sua transitoriedade e sua baixa durabilidade.
     
    Conclusão: A pedagogia institucional, que nasce com a modernidade, por sua própria natureza institucional, não pode explicar os eventos de resistência e ruptura que ocorrem na escola da instituição e que têm a capacidade de configurar escolas de máquinas de guerra. Portanto, é essencial para a transformação da edu-
    cação que seja feita uma Crítica Pedagógica que questione todo o projeto educacional que surgiu com a modernidade e que está vinculado a um projeto civilizacional, ao Estado.
    Palavras-chave: Array, Array, Array, Array

    Como Citar

    Cárdenas López, G. A. (2020). A crítica pedagógica como crítica da pedagogia como institucional de saber: resistores e escolas de maquinaria de guerra. Rastros Rostros, 20(37). https://revistas.ucc.edu.co/index.php/ra/article/view/3786

    Ávila, Rafael. “Relaciones entre la educación y la cultura en Pierre Bourdieu”. Revista colombiana de sociología, 7 (2002): 9-26.

    Bauman, Zygmunt. Modernidad líquida. Buenos Aires. Siglo XXI. 2000.

    Bourdieu, Pierre y Passeron Jean-Claude. La Reproducción, elementos para una teoría del aprendizaje. México: Fontamara. 1995.

    Cárdenas López, Gustavo. “La Escuela Máquina de Guerra como configuraciones de resistencia ante la Escuela Institución”. Revista Práxis, Educación y pedagogía, 2 (2018): 8-27.

    Deleuze, Gilles y Guattari Félix. El Anti Edipo. Capitalismo y Esquizofrenia. Barcelona: Paidós. 1985.

    __________. Mil Mesetas. Capitalismo y esquizofrenia. Valencia: Pre-Textos. 2002.

    __________. ¿Qué es la filosofía? Barcelona: Editorial Ana-grama. 2005.

    Foucault, Michel. “Topologías”. Revista Fractal, 48.13 (2008): 39-62.

    González, William y Betancourt, Juan Carlos. Manual de filosofía contemporánea. Genealogía-Antropología-Pragmática. Santiago de Cali: Departamento de Filosofía de la Universidad del Valle. 2007.

    Nietzsche, Friedrich. Genealogía de la moral. Bogotá: Editorial Skla. 2005.

    Zizek, Slajov. Ideología, un mapa de la cuestión. Buenos Aires. Siglo XXI. 2003.

    MÉTRICAS
    VISUALIZAÇÕES DO ARTIGO: 278
    VISUALIZAÇÕES DO PDF: 349