• Artigo de Reflexão

    Aproximações à compreensão do comportamento pacífico em jovens escolares

    uma perspectiva a partir da psicologia positiva

    v. 11 n. 18 (2015)
    Publicado: 2015-12-15
    Fernando Robert Ferrel Ortega

    Propósito: refletir e propor conceitos, categorias e estratégias para o desenvolvimento do comportamento pacífico, especialmente em crianças e jovens, tanto na educação quanto na pesquisa, a partir da psicologia positiva, sobre comportamentos saudáveis que promoverão uma nova cultura de paz.

    Tema: a importância da teoria da aprendizagem social de Albert Bandura e as contribuições recentes de Richard Tremblay a respeito da aprendizagem do comportamento violento e pacifista na primeira infância; também a reflexão sobre a educabilidade do comportamento pacífico prossocial a partir de uma postura crítica, que questiona a aprovação social da violência pelo statu quo.

    Desenvolvimento: o comportamento violento de um ou vários indivíduos, orientado a fazer mal a outras pessoas, é uma preocupação constante nas ciências sociais e humanas, bem como no indivíduo, na sociedade e no Estado. Até o momento, as pesquisas acerca dos fatores causais e do controle e gestão das suas consequências vêm sendo orientadas a sancionar, castigar e impedir o comportamento violento sem se preocupar em descobrir e moldar aquele comportamento que os seres humanos precisam para viver como tais, numa convivência sã, denominada aqui “comportamento pacífico”, comportamento oposto ao violento.

    Conclusões: aprendizagem do comportamento pacífico teria como consequência a convivência social sã e o desenvolvimento humano saudável, dialogante e solidário, de maneira que isso leve o indivíduo a praticar relações interpessoais e sociais saudáveis e felizes, como recursos que dão sentido à vida humana em todas as suas atividades.

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    Como Citar

    Ferrel Ortega, F. R. (2015). Aproximações à compreensão do comportamento pacífico em jovens escolares: uma perspectiva a partir da psicologia positiva. Pensando Psicología, 11(18), 153-161. https://doi.org/10.16925/pe.v11i18.1225

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