Entre el Estado y la sociedad civil las instituciones participativas y el movimiento de economía solidaria

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Gustavo Moura de Oliveira

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Gustavo Moura de Oliveira, Universidade do Vale do Rio dos Sinos – UNISINOS

Doutorando no Programa de Pósgraduação em Ciências Sociais. Pesquisador membro do grupo de pesquisa em Economia Solidária e Cooperativa (Ecosol) na mesma instituição.

Sección
Conocimiento y reflexión

Resumen

Desde el 2003, con la llegada del Partido de los Trabajadores (pt) al Gobierno Federal, se ha percibido en Brasil una cercanía notable y comprometida de la sociedad civil al Estado. Se expandían las existentes y surgían las nuevas instituciones de participación social —o instituciones participativas—, y atento a ello, el movimiento de economía solidaria buscó la ocupación de estos espacios. El texto se plantea revisitar los conceptos de instituciones participativas para que sea posible entender cómo estas han operado sus acciones en la práctica y comprender su efectividad sobre la participación en sí. Por lo tanto, se propone a identificar las instituciones participativas adscritas a la economía solidaria, a entender cuál es la función propuesta por el Estado para estas instituciones, así como a analizar y a comprender si el movimiento de economía solidaria está accediendo a estos espacios de forma efectiva. Se puede concluir que ya hay diversas instituciones participativas vinculadas a la economía solidaria y que, en el municipio de Canoas (en el departamento de Rio Grande do Sul, Brasil), el Foro Municipal de Economía Solidaria ha tenido papel determinante en la división del poder decisivo entre el Estado y la sociedad civil; sin embargo, aún hay mucho por avanzar hacia una democracia participativa efectiva en el municipio y en el país.

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