• Artículos originales

    A oficina literária como estratégia pedagógica em sala de aula

    v. 21 n. 1 (2019)
    Publicado: 2020-08-03
    Mario Peraza Rodríguez

    O tema deste artigo aborda a oficina literária como dispositivo didático no ensino da literatura apoiado em suportes teóricos e metodológicos suficientes que sustentam claramente o seu desenvolvimento em sala de aula. Desde o desenvolvimento do projeto de pesquisa do Mestrado em Pedagogia da Universidade Distrital, cujo nome é “Criação a partir da crônica autobiográfica: uma estratégia para o desenvolvimento da educação literária”. Encontram-se achados em que demonstram certas ambigüidades quanto às competências que a oficina literária fortalece, bem como o foco quase exclusivo na leitura, suprimindo em certa medida os processos de escrita criativa em relação a um referencial metodológico implícito que devido ao seu A informalidade não pode contribuir para o desenvolvimento da oficina como dispositivo pedagógico organizado. São múltiplas as vozes que falam da oficina literária: algumas a partir da experiência no desenvolvimento desses espaços de criação literária; outros da oficina de leitura literária em ambientes escolares formais; muitos outros, do ponto de vista da formação de escritores e do problema da ensinabilidade da literatura como carreira de formação profissional. Gianni Rodari (1973), Louise Rosenblatt (1996), Benigno Delmiro Coto (2001) e, finalmente, Teresa Colomer (2001). Da mesma forma, outras propostas, como as oficinas de escrita criativa de RELATA (Ministerio de Cultura, 2010), mostram formas de sistematizar a prática artística literária. Este trabalho dialoga sob perspectivas, gerando estratégias que unem a oficina de criação literária e a oficina pedagógica no contexto da Pedagogia da Literatura

    Palavras-chave: Array, Array, Array

    Como Citar

    Peraza Rodríguez, M. (2020). A oficina literária como estratégia pedagógica em sala de aula. Rastros Rostros, 21(1), 1-18. https://doi.org/10.16925/2382-4921.2019.01.02

    Abad, H. (30 de noviembre de 2013). Instrucciones para escribir una crónica. El Espectador. https:// www.elespectador.com/opinion/instrucciones-para-escribir-una-cronica-columna-461454/

    Ander-Egg, E. (1999). El taller como una alternativa de renovación pedagógica. Editorial Magisterio Rio de la Plata.

    Cabrera, L. (2016). El taller literario: una aproximación sistémica. Temas Antropológicos, Revista Científica de Investigaciones Regionales, 38(2), 89-107.

    Cassany, D. (1993). Describir el escribir. Paidós Comunicación. Colomer, T. (2001). La enseñanza de la literatura como construcción de sentido. Lectura y vida: Revista latinoamericana de lectura, 22(1), 6-23.

    Delmiro, B. (2001). El aprendizaje de la escritura literaria. Textos de didáctica de la lengua y la literatura, 4, 57-66.

    IED Ciudadela Educativa de Bosa (2019). Mallas curriculares de grado octavo. Ministerio de Cultura. (2010). Guía para talleres de escritura creativa. Creación y planeación. Taller de Edición Rocca, S. A.

    Ministerio de Educación Nacional. (1998). Lineamientos curriculares de Lengua Castellana. Ministerio de Educación Nacional. https://www.mineducacion.gov.co/1759/articles-339975_ recurso_6.pdf.

    Ministerio de Educación Nacional. (1998). Lineamientos curriculares de Educación Artística. Ministerio de Educación Nacional. https://www.mineducacion.gov.co/1759/articles-339975_ recurso_4.pdf

    Muñoz, A (2016, octubre 15). Diez motivos para tomar un taller literario, aunque no quieras ser escritor. Central de escritura. [Mensaje en un blog]. Recuperado el 3 marzo de 2021 de: https:// centraldeescritura.com/blog/taller-literario-escritura/

    Peña, I. (2010). El universo de la creación narrativa. El Huaco.

    Presidencia de la República. (1993). Colombia al filo de la oportunidad. Tercer Mundo Editores.

    Rodari, G. (1973). Gramática de la Fantasía. Argos.

    Rodríguez, M. (2012). El taller: Una estrategia para aprender, enseñar e investigar. En: S. Soler Castillo (comp.). Lenguaje y Educación: Perspectivas metodológicas para su estudio (pp. 13- 44). Universidad Distrital Francisco José de Caldas.

    Rosenblatt, L. (1996). La teoría transaccional de la lectura. Asociación Internacional de Lectura: Lectura y vida. Buenos Aires

    MÉTRICAS
    VISUALIZAÇÕES DO ARTIGO: 1175
    VISUALIZAÇÕES DO PDF: 1245