Investigación

Medición del volumen de aire en hidrómetro residencial: resultados preliminares

Vol. 12 Núm. 19 (2016)
Publicado: 2016-04-01
Vinicus Grando Sirtoli
Airton Akio Watabe Sato
Pedro Bertemes Filho

Introducción: este artículo es resultado de la investigación realizada en el 2015 para la Licenciatura en Ingeniería electrónica de la Universidad del Estado de Santa Catarina (Brasil). Muchos sistemas de medición de agua utilizados en residencias pueden registrar el paso de aire que puede estar presente en el sistema de distribución. Este problema es complejo de medir, pues se trata de una mezcla entre líquido y gas. Este artículo tiene como propósito identificar y cuantificar la sensibilidad de hidrómetros residenciales en cuanto al volumen de aire que se registra.

Metodología: para ello, se desarrolló un circuito hidráulico experimental, en el que se utilizaron sensores para monitorear la entrada y salida de agua y aire en el sistema, compuesto por dos depósitos. Uno de ellos almacena agua para la circulación del drenaje hidráulico armado y el otro almacena el agua total del sistema. El control del nivel del agua en los depósitos se hace por sensores: ultrasónico y potenciométrico. Un rotámetro se usa para estimar el volumen total del agua que entra en el sistema desde la lectura de su flujo volumétrico.

Resultados: los resultados obtenidos mostraron que el hidrómetro tiene una sensibilidad al flujo de aire que no se puede despreciar y llega a medir hasta 44% de aire en la mezcla de aire y agua. El error entre el volumen estimado de agua por el rotámetro y lo que se lee en el hidrómetro fue de 3,7 litros.

Conclusión: el hidrómetro es significamente sensible a la presencia de aire en las tuberías hidráulicas residenciales, bajo las condiciones normales de un flujo nominal de aproximadamente 1,5 m3 /h.

Palabras clave: Array, Array, Array, Array, Array

Cómo citar

[1]
V. G. Sirtoli, A. A. Watabe Sato, y P. Bertemes Filho, «Medición del volumen de aire en hidrómetro residencial: resultados preliminares», ing. Solidar, vol. 12, n.º 19, pp. 73–79, abr. 2016, doi: 10.16925/in.v12i19.1195.

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