• Artículo de reflexión

    A moeda social, mais afetiva do que efetiva sentipensando os territórios solidários a partir de uma IAC decolonial

    v. 34 n. 135 (2026)
    Publicado: 2026-07-16
    Erik González-Ibarra

    Este artigo apresenta uma reflexão acadêmica e poética sobre a experiência da Naranjatón como arquétipo de intercâmbio solidário dentro do paradigma da economia social e solidária. Por meio do conceito de Moeda Afetiva Sentipensante (MAS), analisa-se como as redes de confiança, a reciprocidade e o valor simbólico do alimento se configuram como fundamentos de uma economia da vida. Além disso, o texto combina contribuições teóricas de autores como Coraggio (2011), Dussel (1998), Fals Borda (1987) e Ostrom (1990) com a narrativa popular do campesinato colombiano, propondo uma visão de ruralidade global como horizonte ético e político. Nestas páginas, oferecemos evidências empíricas do processo (registro de práticas, depoimentos, mobilização de redes e logística de ações) e uma fundamentação conceitual que dialoga com a teoria da economia social, as experiências de moedas complementares e a filosofia da libertação. Nosso propósito não é apenas descrever, mas demonstrar como uma prática ancestral pode reconfigurar instrumentos contemporâneos de intercâmbio e como essa reconfiguração impulsiona a autonomia comunicativa e financeira em territórios rurais.

    Palavras-chave: Economia solidária, moeda social, confiança, ruralidade global, reciprocidade, Sentipensante

    Como Citar

    González Ibarra, E. (2026). A moeda social, mais afetiva do que efetiva: sentipensando os territórios solidários a partir de uma IAC decolonial. Cooperativismo & Desarrollo, 34(135), 1-15. https://doi.org/10.16925/2382-4220.2026.02.08

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