Acordo de Paris
novos compromissos com o meio ambiente ou novas oportunidades de negócio?
Propósito: este artigo é resultado de um processo de pesquisa realizado no âmbito do curso “cop21: novos compromissos com o meio ambiente”, ministrado em 2016 na Universidad Católica del Ecuador. Seu propósito é realizar uma revisão do Acordo de Paris, adotado em novembro de 2015 por parte dos países constituintes da vigésima primeira conferência da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (unfccc, por sua sigla em inglês).
Temas: após analisar as evidências da mudança climática e de seus efeitos, avaliam-se as diferentes políticas produtivas e econômicas propostas internacionalmente como soluções viáveis a respeito das mudanças presentes e futuras, tanto no âmbito social quanto no produtivo.
Desenvolvimento: na segunda parte do artigo, revisa-se a história colonial com matriz imperialista e deixa-se a pergunta aberta sobre se as novas soluções propostas têm efetivamente o potencial para mitigar a mudança climática ou se são parte de um neocolonialismo econômico, resultado da capacidade de readaptação constante do capitalismo.
Conclusões: por fim, deixa-se um espaço de discussão sobre algumas propostas relevantes, de inspiração latino-americana, como o pós-desenvolvimentismo e o pós-capitalismo.
Como Citar
Licença
O autor deve declarar que seu trabalho é original e inédito e que não foi enviado à avaliação simultânea para sua publicação por outro meio. Além disso, deve garantir que não tem impedimentos de nenhuma natureza para a concessão dos direitos previstos no contrato.
O autor se compromete a esperar o parecer da revista Cooperativismo & Desarrollo antes de considerar sua apresentação a outro meio; caso a resposta de publicação seja positiva, compromete-se em responder por qualquer ação de reivindicação, plágio ou outro tipo de reclamação que possa ocorrer por parte de terceiros.
Ainda, deve declarar que, como autor ou coautor, está completamente de acordo com os conteúdos apresentados no trabalho e ceder todos os direitos patrimoniais, isto é, sua reprodução, comunicação pública, distribuição, divulgação, transformação e demais formas de utilização da obra por qualquer meio ou procedimento, pelo termo de sua proteção legal e em todos os países do mundo, ao Fundo Editorial da Universidad Cooperativa de Colombia, de maneira gratuita e sem compensação monetária.
Acosta, A. (2014). Post-crecimiento y post-extractivismo: dos caras de la misma transformación cultural. Quito: Friedrich Ebert Stiftung Ecuador fes-ildis.
Amnesty International. (2009). Petrolio, inquinamento e povertà nel Delta del Niger. Recuperado de https://cluso-nein3d.files.wordpress.com/2016/04/ nigeria.pdf
Ballester, F., Díaz F. J., y Moreno, J. M. (2006). Cambio climático y salud pública: escenarios después de la entrada en vigor del Protocolo de Kioto. Recuperado de http://www.sciencedi-rect.com/science/article/ pii/ S0213911106715801
Grupo de Alto Nivel para el Diálogo Político del mdl. (2012). Mercado de carbono y mecanismo desarrollo Limpio: llamado a la acción. Luxemburgo: cdm Policy Dialogue.
Hansen, J., Nazarenko, L., Ruedy, R., Sato, M., Willis, J, y del Genio, A., . . ., y Tausnev, N.(2005). Earth’s Energy Imbalance: Confirmation and Implications. Science. doi: https://doi.org/10.1126/science.1110252
ipcc Special Report. (2005). Carbon Dioxide Capture and Storage Technical Summary. Recuperado de https://www.ipcc.ch/pdf/specialreports/srccs/srccs_ techni-calsummary.pdf
Larrea, C. (2014). Límites de crecimiento y líneas de codicia: un camino hacia la equidad y sustentabilidad. Quito: Friedrich Ebert Stiftung Ecuador fes- ildis.Recuperado de http://library.fes.de/pdf-files/bueros/quito/11348.pdf
Liberti, S. (2014). Nuevos Amos de la Tierra. Madrid: Taurus Pensamiento.
Martin-Mateos, O. (2009) África El continente maltratado. Guerra, expolio e intervención internacional en el África negra. Cuadernos de Cristianisme i Justicia. Cuadernos de Cristianisme i Justicia. Recuperado de https://www.cristianismeijusticia.net/sites/default/fi-les/pdf/es137_0.pdf
Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos-OECD. Prospectiva Medioambiental de la oecd para 2030. Recuperado de http://www.oecd.org/env/indicators-modelling-outlooks/40224072.pdf
Peters, S. (2014). Post-crecimiento y buen vivir: ¿discursos políticos alternativos o alternativas políticas. fes Post-Crecimiento y Buen Vivir.
Portilla, J. M. (1986). Efectos ambientales del Armamentismo. Recuperado de http://bibliohistorico.juridicas.unam.mx/libros/1/249/17.pdf
ren21. (2015). Global Status Report. Recuperado de http://www.ren21.net/wp-content/uploads/2015/07/REN12-GSR2015_Onlinebook_low1.pdf
Santiso, J. (2014). Fondos Soberanos 2014. Barcelona: esadeBusiness School.
Schavelzon, S. (2015). Plurinacionalidad y Vivir Bien/Buen Vivir. Dos conceptos leídos desde Bolivia y Ecuador post-constituyentes. Clacso. Recuperado de http://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/se/20160202103454/Plurinacionalidad.pdf
undp. Objetivos de Desarrollo del Milenio Informe 2015. Nueva Yo r k .Recuperado de http://www.un.org/es/millen-niumgoals/pdf/2015/mdg-report-2015_spanish.pdf
unfcc. Aprobación del Acuerdo de París. Recuperado de http://unfccc.int/resource/docs/2015/cop21/spa/l09s.pdf
Villada, J. (2016). Energías Renovables a nivel mundial y re-gional. Ecuador: iner.
White, B. (2012). Transacciones de tierras, desposesión y el futuro de la agricultura. cip Ecosocial.
wwf. (2013). Comunicación presentada a sbsta-Views on Framework for Various Approaches. Recuperado de http://unfccc.int/resource/docs/2013/ smsn/ngo/331.pdf




